O nome da cidade vem do tupi e significa “lugar abundante de taquaras cortadas”, uma referência à vegetação que dominava a área nos primeiros séculos. Em 1560, o jesuíta padre João Álvares fundou a capela de Nossa Senhora da Ajuda, marco que deu começo ao povoado da cidade. A localidade foi criada como aldeia de catequese indígena, uma das primeiras iniciativas missionárias da área.
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Durante séculos, Itaquaquecetuba permaneceu vinculada a Mogi das Cruzes, da qual era distrito. Apenas em 8 de dezembro de 1953 conquistou sua emancipação política, tornando-se de forma oficial município.
Durante dos anos, o município cresceu aceleradamente, se transformando em um dos polos mais populosos da Grande São Paulo, hoje conta com mais de 370 mil habitantes.
O município se destaca por manter viva uma das tradições mais fortes da cultura sertaneja: o rodeio de Itaquaquecetuba, considerado um dos mais tradicionais do Alto Tietê, que movimenta a economia local e atrai milhares de visitantes todos os anos. Em suas edições passadas, a festividade já levou grandes nomes do cenário sertanejo para o município, como Tonico e Tinoco, Milionário e José Rico, Sérgio Reis, Leonardo, Chitãozinho e Xororó, Irmãs Galvão, Angorás, João Paulo e Daniel, Almir Sater e outros.
Outro diferencial da cidade é a sua localização e a boa conexão com a capital paulista e outras cidades do Alto Tietê. Itaquaquecetuba é atendida através da Linha 12-Safira da CPTM e cortada através do Rodoanel, além de contar também com a Pista Ayrton Senna. Isso reforça sua importância como ponto de ligação metropolitana e contribui para o crescimento acelerado registrado nas últimas décadas.
Tradição e crescimento se encontram nos 465 anos de Itaquaquecetuba
Fonte: O Diario de Mogi
